<rss version="2.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel>
<title> Sua fonte de notícias na cidade de ...</title>
<link>https://imprensa.justica.news</link>
<description>As principais notícias da Justiça</description>
<language>pt-br</language>
<atom:link href="https://imprensa.justica.news/noticias.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/>
<item>
<title>Comissão aprova sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-sistema-de-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-de-coco-verde-1879</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-sistema-de-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-de-coco-verde-1879</guid>
<description>Texto prevê parceria com cooperativas de catadores; a Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/comissao-aprova-sistema-de-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-de-coco-verde-18791776451993.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264531" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264531">
<div class="midia-creditos">Mario Agra / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Fernando Monteiro recomendou a aprovação do projeto, com mudanças</div>
</div>
<p>A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a estados e municípios implantar sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde, independentemente do serviço público de limpeza urbana.</p>
<p>Logística reversa envolve coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens.</p>
<p>O sistema deve incluir ações de educação ambiental e, sempre que possível, celebrar parceria com cooperativas de catadores.</p>
<p>Mudanças no texto original
O texto aprovado foi a versão do relator, deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1048680-proposta-exige-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-para-o-coco-verde">Projeto de Lei 616/24</a>, do deputado Professor Reginaldo Veras (PV-DF).</p>
<p>O projeto original obriga produtores, distribuidores e comerciantes de coco verde a implantar os sistemas de coleta seletiva e logística reversa para o fruto.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3109568efilename=PRL+1+CDU+%3D%3E+PL+616/2024">Veja o texto aprovado</a>

<p>A proposta altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que lista os produtos para os quais a logística reversa é obrigatória. Essa logística envolve quem fabrica, importa, distribui e comercializa.</p>
<p>Atualmente, a PNRS já exige logística reversa no caso de agrotóxicos, pilhas e pneus, entre outros itens.</p>
<p>2 bilhões de frutos
O relator afirmou que o Brasil produz quase 2 bilhões de frutos de coco por ano, com cerca de 80% da produção concentrada no Nordeste. Segundo ele, o comércio pulverizado e a informalidade dificultam a criação de um sistema nacional uniforme.</p>
<p>"Uma exigência genérica aplicável a todo o território nacional acabaria, na melhor das hipóteses, não cumprida plenamente", argumentou.</p>
<p>Segundo Monteiro, o sistema nacional só funcionaria em ambientes controlados, como indústrias processadoras de água de coco ou grandes estabelecimentos comerciais.</p>
<p>"Trata-se não de obrigar os entes à estruturação e implementação da logística reversa, mas de destacar no texto legal a opção de usar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para gerir adequadamente o resíduo do coco verde", explicou o relator.</p>
<p>Próximos passos
O projeto também já foi aprovado pela <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1071878-COMISSAO-APROVA-SISTEMA-DE-COLETA-SELETIVA-E-LOGISTICA-REVERSA-PARA-O-COCO-VERDE">Comissão de Meio Ambiente</a> e ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-sistema-de-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-de-coco-verde</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-sistema-de-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-de-coco-verde</guid>
<description>Texto prevê parceria com cooperativas de catadores; a Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/comissao-aprova-sistema-de-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-de-coco-verde1776448396.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264531" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264531">
<div class="midia-creditos">Mario Agra / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Fernando Monteiro recomendou a aprovação do projeto, com mudanças</div>
</div>
<p>A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a estados e municípios implantar sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde, independentemente do serviço público de limpeza urbana.</p>
<p>Logística reversa envolve coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens.</p>
<p>O sistema deve incluir ações de educação ambiental e, sempre que possível, celebrar parceria com cooperativas de catadores.</p>
<p>Mudanças no texto original
O texto aprovado foi a versão do relator, deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1048680-proposta-exige-coleta-seletiva-e-logistica-reversa-para-o-coco-verde">Projeto de Lei 616/24</a>, do deputado Professor Reginaldo Veras (PV-DF).</p>
<p>O projeto original obriga produtores, distribuidores e comerciantes de coco verde a implantar os sistemas de coleta seletiva e logística reversa para o fruto.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3109568efilename=PRL+1+CDU+%3D%3E+PL+616/2024">Veja o texto aprovado</a>

<p>A proposta altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que lista os produtos para os quais a logística reversa é obrigatória. Essa logística envolve quem fabrica, importa, distribui e comercializa.</p>
<p>Atualmente, a PNRS já exige logística reversa no caso de agrotóxicos, pilhas e pneus, entre outros itens.</p>
<p>2 bilhões de frutos
O relator afirmou que o Brasil produz quase 2 bilhões de frutos de coco por ano, com cerca de 80% da produção concentrada no Nordeste. Segundo ele, o comércio pulverizado e a informalidade dificultam a criação de um sistema nacional uniforme.</p>
<p>"Uma exigência genérica aplicável a todo o território nacional acabaria, na melhor das hipóteses, não cumprida plenamente", argumentou.</p>
<p>Segundo Monteiro, o sistema nacional só funcionaria em ambientes controlados, como indústrias processadoras de água de coco ou grandes estabelecimentos comerciais.</p>
<p>"Trata-se não de obrigar os entes à estruturação e implementação da logística reversa, mas de destacar no texto legal a opção de usar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para gerir adequadamente o resíduo do coco verde", explicou o relator.</p>
<p>Próximos passos
O projeto também já foi aprovado pela <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1071878-COMISSAO-APROVA-SISTEMA-DE-COLETA-SELETIVA-E-LOGISTICA-REVERSA-PARA-O-COCO-VERDE">Comissão de Meio Ambiente</a> e ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova restrição para homens condenados por agredir mulheres em academias</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-restricao-para-homens-condenados-por-agredir-mulheres-em-academias</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-restricao-para-homens-condenados-por-agredir-mulheres-em-academias</guid>
<description>Conforme a proposta, eles não poderão frequentar nenhuma academia enquanto durar a pena; projeto segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/comissao-aprova-restricao-para-homens-condenados-por-agredir-mulheres-em-academias1776441238.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264472" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264472">
<div class="midia-creditos">Pablo Valadares / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Flávia Morais: medida buscar evitar a repetição de episódios de violência</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe homens condenados por agressão contra mulheres em academias de se matricular ou frequentar esses locais enquanto durar a pena.</p>
<p>Hoje, a legislação não restringe os ambientes que o condenado pode frequentar, exceto quando há medida protetiva.</p>
<p>Pela proposta, a condenação por crime contra mulher em academia passa a impedir automaticamente a matrícula e a frequência do agressor em qualquer estabelecimento similar.</p>
<p>Foi aprovada a versão da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1017148-projeto-proibe-agressores-de-mulheres-de-voltar-a-frequentar-academias-esportivas">Projeto de Lei 3801/23</a>, do deputado Jeferson Rodrigues (PSDB-GO), e ao <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1069743-COMISSAO-APROVA-PROJETO-QUE-PROIBE-AGRESSOR-DE-MULHER-EM-ACADEMIA-DE-FREQUENTAR-ESTABELECIMENTO-DURANTE-A-PENA">substitutivo da Comissão do Esporte</a>. A relatora alterou os textos para incluir a proibição diretamente no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a>, em vez de criar uma lei.</p>
<p>Ainda de acordo com a proposta aprovada, a academia deverá rescindir o contrato de prestação de serviços firmado com aluno que tenha praticado violência contra a
mulher em suas dependências, sem qualquer ônus para o estabelecimento.</p>
<p>Proteção e prevenção
Segundo Flávia Morais, o projeto cumpre relevante função preventiva, ao coibir a reincidência da violência contra a mulher em academias esportivas.</p>
<p>"Tal medida não se limita a punir condutas passadas, mas também busca evitar a repetição de episódios que atentem contra a integridade feminina", reforçou.</p>
<p>Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

<p> </p>
<div id="infografico-container-1218792" style="width: 100%;"></div>
<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Governo federal anuncia R$ 120 milhões para pesquisa clínica</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/governo-federal-anuncia-r-120-milhoes-para-pesquisa-clinica</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/governo-federal-anuncia-r-120-milhoes-para-pesquisa-clinica</guid>
<description>Cada vez mais os hospitais brasileiros, do Sistema Único de Saúde (SUS), das universidades vão receber os principais estudos de novos medicamentos, vacinas e diagnósticos, diz o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/governo-federal-anuncia-r-120-milhoes-para-pesquisa-clinica1776441235.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira (17) o Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin) que vai destinar R$ 120 milhões este ano por meio de consulta pública para que hospitais federais, universidades e institutos de pesquisa apresentem propostas.</p>

<p>Com a iniciativa, o governo busca criar diretrizes para acelerar o desenvolvimento de medicamentos, tratamentos e equipamentos inovadores essenciais para a população e para o alcance da soberania nacional em saúde.</p>

<p>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cada vez mais os hospitais brasileiros, do Sistema Único de Saúde (SUS), das universidades vão receber os principais estudos de novos medicamentos, vacinas e diagnósticos.</p>


<p>“E também a gente vai descobrindo os medicamentos mais adequados para as características da população brasileira. Faz parte do esforço de aumentar a produção local”, disse Padilha, durante a abertura da feira SUS Inova Brasil, no Rio de Janeiro, que reúne instituições públicas e privadas da saúde.</p>


<p>Ainda na capital carioca, o ministro vai ao Instituto Nacional de Câncer (Inca) para dar mais um passo na construção do novo Inca.</p>


<p>“O novo campus do Inca vai juntar 18 prédios que são fragmentados num grande hospital, com R$ 2,5 bilhões previstos, uma parceria com o BNDES”, afirmou Padilha.</p>


<p>Em sua terceira agenda, o ministro anuncia o Carretaço do Programa Agora Tem Especialistas, que levou unidades móveis para novas localidades em todo o Brasil. Uma delas é o bairro Realengo, na zona oeste, que recebe uma carreta de saúde da mulher voltada ao diagnóstico precoce de câncer de mama e do colo do útero. </p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>“Espero que o veto ao projeto da dosimetria seja derrubado”, afirma Motta</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/espero-que-o-veto-ao-projeto-da-dosimetria-seja-derrubado-afirma-motta</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/espero-que-o-veto-ao-projeto-da-dosimetria-seja-derrubado-afirma-motta</guid>
<description>Uma nova crise institucional seria muito ruim, porque essa crise se alongou demais”, disse</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/espero-que-o-veto-ao-projeto-da-dosimetria-seja-derrubado-afirma-motta1776437596.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1255058" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1255058">
<div class="midia-creditos">Acervo Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Motta: em alguns casos, as penas foram exageradas</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a derrubada do <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1237411-LULA-VETA-PROJETO-QUE-REDUZ-PENAS-DE-CONDENADOS-POR-TENTATIVA-DE-GOLPE-DE-ESTADO">veto do presidente Lula</a> ao projeto da dosimetria, que reduz as penas dos condenados pela tentativa de golpe de Estado em 2023.</p>
<p>Segundo Motta, há um consenso de que, em alguns casos, as penas foram exageradas. Ele reforçou que não se trata de uma anistia, mas de uma mudança no Código Penal que permite que as defesas dos condenados façam o pedido de redução de penas ao próprio Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Para Motta, o projeto da dosimetria foi aprovado pelo Congresso para distensionar as relações entre os Poderes. Ele deu a declaração em entrevista à Globonews nesta sexta-feira (17).</p>
<p>“Foi a construção possível pelo Congresso, por técnicos, atores políticos e juristas, para que as instituições, dentro do respeito que cada instituição tem pela outra, pudessem resolver isso sem criar uma nova crise. Uma nova crise institucional seria muito ruim, porque essa crise se alongou demais”, disse o presidente.</p>
<p>Escala 6x1
Motta voltou a afirmar que a decisão de tramitar o projeto sobre o fim da escala 6x1 por meio de proposta de emenda à Constituição (PEC) não é para procrastinar a votação. Segundo ele, quem pensa isso está equivocado. O presidente destacou que o tema exige uma ampla discussão e que há um amplo reconhecimento na Casa da necessidade da redução da jornada de trabalho.</p>
]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Lei define regras para a guarda compartilhada de pets</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/lei-define-regras-para-a-guarda-compartilhada-de-pets</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/lei-define-regras-para-a-guarda-compartilhada-de-pets</guid>
<description>Se não houver acordo sobre a guarda do pet, o juiz determinará o compartilhamento da custódia e das despesas de manutenção</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/lei-define-regras-para-a-guarda-compartilhada-de-pets1776434035.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264385" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264385">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro é a autora da proposta</div>
</div>
<p>A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15392-16-abril-2026-798970-norma-pl.html">Lei 15.392/26</a> estabelece regras para a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de separação de casais, quando não houver acordo. A norma, que tem origem no <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1051854-projeto-regulamenta-guarda-de-animal-de-estimacao-apos-fim-de-casamento-ou-uniao-estavel">PL 941/24</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (17).</p>
<p>Conforme a lei, o animal será considerado de propriedade comum quando a maior parte de sua vida tiver sido compartilhada com o casal. Se não houver acordo sobre a guarda do pet, o juiz determinará o compartilhamento da guarda e das despesas de manutenção.</p>
<p>Despesas com alimentação e higiene serão de responsabilidade de quem estiver com o animal, enquanto as de manutenção (como consultas veterinárias, internações e medicamentos) serão divididas igualmente entre o casal.</p>
<p>Não haverá guarda compartilhada quando for identificado histórico ou risco de violência doméstica e familiar, ou ocorrência de maus-tratos contra o animal, por uma das partes. Nesse caso, a posse e a propriedade serão transferidas para a outra parte.</p>
<p>A norma também apresenta situações de perda de posse, como a renúncia à guarda, o descumprimento dos termos da custódia compartilhada ou o registro de maus-tratos ao animal.</p>
]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo</guid>
<description>Pnad 2025 também mostra que aumentou a parcela de pessoas que vivem sozinhas.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/populacao-no-brasil-cresce-em-ritmo-menor-e-esta-envelhecendo1776434033.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a 2024. A taxa de crescimento tem ficado abaixo de 0,60% desde 2021. Do total, 51,2% eram mulheres e 48,8% eram homens.</p>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
Crescimento anual da população no Brasil - Foto: IBGE/Divulgação
</div></div>

<p>A distribuição da população residente no país mostra queda da proporção de pessoas abaixo de 40 anos de idade: o grupo está 6,1% menor em 2025 do que em 2012. Por outro lado, há crescimento dos que estão acima dessa faixa etária: 40 a 49 anos (de 13% para 15%), 50 a 59 anos (de 10% para 11,8%) e 60 anos ou mais (de 11,3% para 16,6%).</p>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
População no Brasil de acordo com o sexo e a faixa etária - Foto: IBGE/Divulgação
</div></div>

<p>A transformação aparece também na pirâmide etária. Entre 2012 e 2025, houve estreitamento da base e alargamento do topo, com queda da população de até 39 anos.</p>

<p>As diferenças regionais permanecem marcantes. Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais de jovens – com 22,6% e 19,1% da população de até 13 anos, respectivamente – enquanto Sudeste e Sul têm maior presença de idosos, ambos com 18,1% da população com 60 anos ou mais.</p>

<p>Também há mudanças na forma como a população declara cor ou raça. Diminuiu em todas as regiões do país o número de pessoas que se declaram brancas. Em 2012, brancos eram 46,4% da população. Em 2025, passaram a ser 42,6%. Pessoas declaradas pretas aumentaram de 7,4% para 10,4%.</p>

<p>A Região Norte foi a que registrou maior crescimento da população preta, de 8,7% para 12,9%. A Região Sul foi a que teve maior crescimento das pessoas de cor ou raça parda (de 16,7% para 22%) e maior queda da população autodeclarada branca (de 78,8% para 72,3%).</p>

<h2>Morar sozinho</h2>

<p>Também cresceu o percentual de pessoas que vivem sozinhas. Em 2025, os domicílios unipessoais chegaram a 19,7%. Em 2012, o percentual era de 12,2%. O arranjo nuclear – quando há pelo menos um casal, mãe com filhos ou pai com filhos – ainda é o predominante: 65,6% dos domicílios. Mas caiu em relação a 2012, quando chegava a 68,4%.</p>

<p>A pesquisa mostra diferenças por idade e gênero entre as pessoas que moram sozinhas. Entre os homens, 56,6% dos que estão nessa situação têm entre 30 e 59 anos de idade. Entre as mulheres, o maior percentual (56,5%) é entre aquelas com 60 anos ou mais.</p>

<p>Sobre a condição de ocupação dos domicílios, a proporção de imóveis alugados cresceu para 23,8%, alta de 5,4 pontos percentuais desde 2016. Já os domicílios próprios quitados caíram para 60,2%, redução de 6,6 pontos percentuais no mesmo período.</p>

<p>Também houve mudança no tipo de habitação: as casas ainda predominam, mas recuaram para 82,7%, enquanto apartamentos subiram para 17,1%.</p>

<h2>Infraestrutura</h2>

<p>Os indicadores de infraestrutura mostram avanços, mas mantêm desigualdades regionais. O acesso à água por rede geral chegou a 86,1% dos domicílios, sendo 93,1% nas áreas urbanas e apenas 31,7% nas rurais.</p>

<p>O Norte tem o menor percentual de acesso à rede geral: 60,9%. E uma quantidade expressiva de domicílios que dependem de poços profundos ou artesianos: 22,8%. O Sudeste conta com 92,4% do abastecimento de água vindo da rede geral.</p>

<p>No saneamento, 71,4% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede geral ou fossa ligada à rede, mas o índice cai para 30,6% no Norte, onde outras formas mais precárias de esgotamento ainda predominam (39,3%). No Sudeste, o percentual de acesso à rede geral ou fossa séptica ligada à rede é de 90,7%.</p>

<p>A coleta direta de lixo por serviços de limpeza alcança 86,9% dos domicílios do país, avanço de 4,2 pontos percentuais desde 2016. Norte e Nordeste têm os menores percentuais de coleta direta (ambos com 79,3%) e os maiores percentuais de lixo queimado nas propriedades (14,5% e 13%, respectivamente).</p>

<p>O acesso à energia elétrica está próximo da universalização, com apenas 2,7% dos domicílios rurais sem ligação à rede. Esse percentual é de 0,5% nos domicílios urbanos. A parte rural da Região Norte é a que ainda concentra os piores números: 15,1% dos domicílios não têm acesso à rede geral de energia.</p>

<p>A pesquisa também mostra aumento no acesso a bens duráveis. Em 2025, 98,4% dos domicílios tinham geladeira e 72,1%, máquina de lavar. Em 2016, esses índices eram 98,1% e 63%, respectivamente.</p>

<p>O percentual de domicílios com carro chegou a 49,1%, enquanto motocicletas estão presentes em 26,2% das residências.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Lei define guarda compartilhada de pets; veja detalhes</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/lei-define-guarda-compartilhada-de-pets-veja-detalhes</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/lei-define-guarda-compartilhada-de-pets-veja-detalhes</guid>
<description>O animal deve ser "de propriedade comum", ou seja, ter passado a maior parte de sua vida de forma conjunta.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/lei-define-guarda-compartilhada-de-pets-veja-detalhes1776430408.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>Decidir o futuro do animal de estimação quando o casamento ou a união chega ao fim é um momento de angústia.</p>

<p>Esse desgaste pode ser abrandado a partir desta sexta-feira (17), com a publicação da lei que institui a guarda compartilhada de pets. </p>

<p>A norma estabelece regras, inclusive, caso não haja acordo. Situações em que o juiz determinará o compartilhamento da custódia e das despesas do animal de forma equilibrada entre as partes.</p>

<p>Para isso, o animal deve ser "de propriedade comum", ou seja, ter passado a maior parte de sua vida de forma conjunta, com o casal.</p>

<h2>Manutenção</h2>

<p>Os gastos com alimentação e higiene serão de responsabilidade de quem tiver o animal em sua companhia. </p>

<p>As demais despesas, como consultas veterinárias, internações e medicamentos, serão divididas igualmente entre as partes.</p>

<h2>Indenização</h2>

<p>A parte que renunciar ao compartilhamento da custódia perderá a posse e a propriedade do animal de estimação em favor da outra, sem direito a indenização.</p>

<p>Não cabe reparação econômica também em casos de perda definitiva da custódia causada por descumprimento imotivado do acordo.</p>

<p>Em caso de decisão judicial, não será deferida a custódia compartilhada do animal se o juiz identificar:</p>

<ul>
	<li>histórico ou risco de violência doméstica e familiar;</li>
	<li>ocorrência de maus-tratos contra o animal.</li>
</ul>

<p>Nessas situações, o agressor perderá a posse e a propriedade do animal para a outra parte, sem direito a indenização.
 </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Inmet alerta para risco de vendaval no Rio Grande do Sul nesta sexta </title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/inmet-alerta-para-risco-de-vendaval-no-rio-grande-do-sul-nesta-sexta</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/inmet-alerta-para-risco-de-vendaval-no-rio-grande-do-sul-nesta-sexta</guid>
<description>Estão previstos ventos entre 40 e 60km/h. O aviso irá vigorar entre 9h e 22h.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/inmet-alerta-para-risco-de-vendaval-no-rio-grande-do-sul-nesta-sexta1776423227.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um aviso meteorológico amarelo, que indica perigo potencial, para o risco de vendaval no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (17). Estão previstos ventos entre 40 e 60km/h. O aviso irá vigorar entre 9h e 22h. </p>

<p>De acordo com o Inmet, 64 municípios estão em áreas cobertas pelo alerta. O aviso cobre a região metropolitana de Porto Alegre, além do Sudeste e Sudoeste do estado. Confira no mapa abaixo:</p>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Alerta amarelo para vendavais - Inmet/divulgação</div>
</div></div>

<h2>Cuidados   </h2>

<p>O Inmet alerta que, em caso de rajadas de vento, a população não deve se abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Também não é recomendado estacionar veículos próximo a torres de transmissão e placas de propaganda.  </p>

<h2>Alerta Laranja  </h2>

<p>Além do alerta para vendavais, há ainda um aviso laranja em vigor, que indica perigo de chuvas intensas para estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O aviso está em vigor desde quinta-feira (16) e segue até as 23h59 de sexta.  </p>

<p>Neste caso, as regiões afetadas deverão enfrentar chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, além de ventos intensos, entre 60 e100 km/h. Neste cenário, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. </p>

<p>O aviso atinge o Acre, Rondônia, Amazonas, Pará, Amapá, Mato Grosso, Tocantins, Piauí e Maranhão. Ao todo, 575 municípios estão incluídos na área. Confira no mapa abaixo:</p>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Brasília (DF), 16/04/2026 - Alerta laranja do Inemt. Foto: Inmet/Divulgação - Inmet/divulgação</div>
</div></div>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 07:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 60 milhões</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/mega-sena-acumula-novamente-e-premio-principal-vai-para-r-60-milhoes</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/mega-sena-acumula-novamente-e-premio-principal-vai-para-r-60-milhoes</guid>
<description>Números sorteados são: 14 - 20 - 32 - 37 - 39 - 42. Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/mega-sena-acumula-novamente-e-premio-principal-vai-para-r-60-milhoes1776390806.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.997 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (16). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 60 milhões para o próximo sorteio.</p>

<p>Os números sorteados são: 14 - 20 - 32 - 37 - 39 - 42</p>

<ul>
	<li>33 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 63.897,88 cada</li>
	<li>2.920 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.190,33 cada</li>
</ul>

<p>>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>

<h2>Apostas</h2>

<p>Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (18), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. </p>

<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 22:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Novo aparelho vai acelerar diagnóstico de câncer infantil em São Paulo</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/novo-aparelho-vai-acelerar-diagnostico-de-cancer-infantil-em-sao-paulo</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/novo-aparelho-vai-acelerar-diagnostico-de-cancer-infantil-em-sao-paulo</guid>
<description>Acelerador linear já está em funcionamento no hospital Graac e permitirá aumento de 150 para 250 pacientes em tratamento por mês.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/novo-aparelho-vai-acelerar-diagnostico-de-cancer-infantil-em-sao-paulo1776387218.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital Graacc, especializado em tratamento de crianças com câncer, já conta com um novo acelerador linear, equipamento usado para radiografia de última geração. A expectativa é que o aparelho aumente a capacidade de tratamento de 150 para 250 pacientes por mês.</p>

<p>O equipamento, da marca Elekta, modelo Versa HD, custa cerca de R$ 9 milhões e substituiu o acelerador antigo da instituição, com ganhos em precisão, qualidade e rapidez de tratamento. Também permite a realização de sessões mais breves e específicas.</p>

<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve na unidade nesta quinta-feira (16) e explicou as vantagens desse tipo de aquisição e sua relação com o atual programa de financiamento de terapias de alto custo realizado pelo Ministério.</p>


<p>“Vamos chegar esse ano pela primeira vez com pelo menos um aparelho destes em cada estado do Brasil. O último que falta é no estado de Roraima, mas os equipamentos já estão lá e a gente vai inaugurar esse ano”, disse Padilha.</p>


<p>O Ministério da Saúde também vai ampliar o custeio de equipamentos, com aumento do valor pago por sessão para as unidades que fazem atendimentos de alto custo ou tratamentos de câncer. O aumento para esse tipo de radioterapia será de 30%, dentro do programa Agora Tem Especialistas.</p>


<p>“Para nós, o maior impacto é na qualidade do atendimento, além de ser mais moderna é uma máquina mais rápida e é mais precisa. A quantidade de radiação que a criança acaba recebendo é bem menor, assim como os efeitos colaterais. A precisão do feixe radioativo é da ordem de milímetros, o que é decisivo quando você pensa numa criança”, explicou para a Agência Brasil o CEO do Hospital Graac, André Negrão.</p>


<p>A equipe atende hoje cerca de 15 pacientes com o aparelho recém instalado, com a perspectiva retomar o atendimento a 150 pacientes. O potencial é atender até 250 pacientes por mês quando a máquina estiver plenamente operacional.</p>

<p>Os aparelhos modernos permitirão também um volume maior de atendimento nas outras unidades, como o Hospital São Paulo, da Unifesp, que também inaugurou um aparelho pelo programa Agora Tem Especialistas hoje. </p>

<p>Apenas neste programa foram 13 aceleradores lineares, de um total de 20 aparelhos avançados para tratamento de câncer. Isso leva a uma expectativa maior de formação de quadros técnicos especializados.</p>

<p>“São profissionais como médicos residentes, fisioterapeutas, enfermeiros e radiologistas,  que aprendem cada vez mais em centros especializados como esse”, ponderou Padilha.</p>

<h2>Diagnósticos</h2>

<p>Padilha ressaltou que houve aceleração da capacidade de diagnósticos com um convênio baseado em telemedicina junto ao hospital A.C. Camargo, da capital paulista.</p>

<p>“Algumas regiões demoravam seis meses para fechar um diagnóstico. Hoje os dados são enviados, analisados por um anatomopatologista, que é um médico especializado que faz a leitura da biópsia, com experiência no diagnóstico do câncer, e esse resultado demora cerca de duas semanas” comemorou o ministro, ressaltando que o tratamento mais rápido também significa mais chance de sobrevivência.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Justiça mantém venda de ativos da Americanas para Fan Store</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/justica-mantem-venda-de-ativos-da-americanas-para-fan-store</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/justica-mantem-venda-de-ativos-da-americanas-para-fan-store</guid>
<description>Empresa que contestou negociação foi desclassificada por erro na entrega da proposta.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/justica-mantem-venda-de-ativos-da-americanas-para-fan-store1776387216.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Rio de Janeiro confirmou a venda da UPI Uni.Co — unidade de negócios do Grupo Americanas que controla as marcas Imaginarium e Puket — para a empresa Fan Store Entretenimento (BandUP!). </p>

<p>Em decisão recente, a juíza Caroline Rossy Brandão Fonseca, da 4ª Vara Empresarial, negou os pedidos de impugnação e reconsideração apresentados pela empresa Solver Soluções Críticas e por um grupo de credores formado por bancos como Bradesco, Itaú, Santander, Safra e BTG Pactual.</p>

<p>A principal razão para a desclassificação da Solver, que chegou a oferecer R$ 155 milhões, valor superior ao da Fan Store, foi um erro no modo de entrega da proposta. Segundo a juíza, a empresa entregou o envelope completamente aberto, sem cola, adesivo, lacre ou grampo, descumprindo as regras do edital.
 
Os bancos credores pediram que a Justiça aceitasse a proposta da Solver por ser mais vantajosa financeiramente, com um pagamento à vista no valor de R$ 70 milhões. No entanto, a juíza argumentou que aceitar uma proposta que desrespeitou as normas do leilão criaria insegurança jurídica.
 
Além do problema com o envelope, a juíza apontou que a Solver não cumpriu corretamente o rito processual ao deixar de apresentar a caução (uma garantia em dinheiro) dentro do prazo obrigatório exigido por lei para contestar o processo.
 
A empresa Solver também tentou uma liminar na 18ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio para suspender a venda imediatamente, mas o pedido foi negado pela desembargadora Leila Santos Lopes.
 
A magistrada reforçou, na decisão, “que o descumprimento de regras claras do edital, como o lacre incorreto ou o envelope aberto, dá ao juiz o direito de desclassificar a proposta, independentemente do valor oferecido”.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova penas mais rígidas para exploração de recursos naturais em terras indígenas</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-penas-mais-rigidas-para-exploracao-de-recursos-naturais-em-terras-indigenas</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/comissao-aprova-penas-mais-rigidas-para-exploracao-de-recursos-naturais-em-terras-indigenas</guid>
<description>A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/comissao-aprova-penas-mais-rigidas-para-exploracao-de-recursos-naturais-em-terras-indigenas1776379994.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264288" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264288">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá: proposta representa avanço no combate à exploração ilegal de recursos em terras indígenas e "justiça histórica</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que endurece as penas para quem explorar matéria-prima em terras tradicionalmente ocupadas por povos indígenas.</p>
<p>O texto altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8176-8-fevereiro-1991-363881-norma-pl.html">lei de crimes contra a ordem econômica</a> e prevê pena de reclusão, de dois a dez anos, e multa para o crime contra o patrimônio da União, em caso de exploração ilegal de matérias-primas em terras indígenas.</p>
<p>O texto aprovado é a versão da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/869325-projeto-eleva-punicao-para-extracao-de-materia-prima-em-area-indigena">Projeto de Lei 959/22</a>, do ex-deputado Leo de Brito (AC). O projeto inicial aumenta de um a cinco anos de detenção para dois a seis anos.</p>
<p>Segundo Xakriabá, a aprovação representa um avanço no combate à exploração ilegal de recursos em terras indígenas, e também um ato de "justiça histórica e de reafirmação da dignidade da pessoa humana como fundamento da República", consagrando os povos originários como sujeitos de direitos e aliados indispensáveis na preservação da vida e do meio ambiente.</p>
<p>Xakriabá afirmou que a proteção das terras indígenas guarda relevância estratégica para o Brasil e para o mundo. "Nós, povos originários, desempenhamos papel essencial na preservação ambiental, utilizando conhecimentos ancestrais e práticas sustentáveis que assegurem a integridade de biomas cruciais", disse, ao defender a defesa dos direitos indígenas como política de enfrentamento da crise climática e da perda de biodiversidade.</p>
<p>Crimes ambientais
A proposta também altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1998/lei-9605-12-fevereiro-1998-365397-norma-pl.html">Lei dos Crimes Ambientais</a> para aplicar a mesma pena (6 meses a 1 ano de detenção) dos que extraem irregularmente recursos minerais para quem:</p>

colocar em risco a vida ou saúde de pessoas;
causar significativo impacto ambiental;
utilizar máquinas ou equipamentos pesados de mineração; ou
realizar a atividade mediante ameaça ou com emprego de arma.

<p>Caso o crime seja praticado em terras indígenas, a pena será aumentada até o dobro. Quem financiar esse tipo de ação poderá ter até três anos de detenção.</p>
<p>Próximos passos
O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF decide que piso nacional deve ser pago a professores temporários </title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/stf-decide-que-piso-nacional-deve-ser-pago-a-professores-temporarios</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/stf-decide-que-piso-nacional-deve-ser-pago-a-professores-temporarios</guid>
<description>Antes da decisão, somente os efetivos tinham o direito constiucional garantido.</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/stf-decide-que-piso-nacional-deve-ser-pago-a-professores-temporarios1776379990.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (16) que professores temporários da rede pública de estados e municípios têm direito ao pagamento do piso salarial nacional do magistério público, atualmente em R$ 5.130,63. </p>

<p>Com a decisão, a Corte reconheceu que professores temporários e efetivos da rede pública devem receber o piso. Antes da decisão, somente os efetivos tinham o direito garantido. </p>

<p>A decisão foi motivada por um recurso protocolado por uma professora temporária de Pernambuco que recorreu à Justiça para que fosse reconhecido o direito ao recebimento do piso. De acordo com o processo, ela recebia cerca de R$ 1,4 mil para cumprir uma carga horária de 150 horas mensais. </p>

<p>O pagamento do piso salarial nacional para os profissionais do magistério da educação básica pública está previsto na Constituição e foi regulamentado pela Lei 11.738 de 2008.</p>

<p>O piso é atualizado anualmente pelo Ministério da Educação. Para 2026, o valor foi fixado em R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas semanais. Professores que têm jornadas maiores devem receber de forma proporcional ao piso estabelecido.</p>

<p>Apesar de estar previsto na Constituição, o piso não é pago por todos os estados e municípios tanto para professores efetivos quanto para temporários. Os entes alegam que não têm recursos suficientes para o pagamento integral.</p>

<p>Contudo, parte do pagamento é garantido por verbas federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Cabe os estados e municípios fazer o complemento financeiro. </p>

<h2>Votos</h2>

<p>O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, defendeu o pagamento do piso aos temporários e reforçou que o benefício também é devido aos efetivos. </p>

<p>Para o relator, estados e municípios usam subterfúgios para contratar professores temporários. </p>


<p>“Pouco importa a região, isso se tornou um costume de gestão para diminuir os custos, mas não levando em conta a primeira necessidade na educação, que é investir nos professores", afirmou. </p>


<p>O entendimento foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Dias Toffoli, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin. </p>

<h2>Professores </h2>

<p>Durante o julgamento, a advogada Mádila Barros, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), citou dados do Censo Escolar que mostram que cerca de 42% dos professores de escolas públicas do país são temporários. Além disso, o levantamento demonstra que uma em cada três prefeituras não pagam o piso salarial para os efetivos.</p>

<p>Na avaliação da advogada, a falta de pagamento do piso impacta principalmente na vida das mulheres, que convivem com dupla jornada de trabalho em casa e na escola.</p>

<p>"Essa força majoritária feminina tem sido vista pelo estado como mão de obra mais barata. Elas são contratadas temporariamente, sem direitos assegurados aos efetivos, como plano de carreira, 13° salário e férias com um terço constitucional”, afirmou.</p>

<p>Eduardo Ferreira, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), afirmou que a qualidade de ensino necessita da valorização dos profissionais da educação.</p>

<p>Na avaliação do advogado, o salário dos professores está vinculado à proficiência dos estudantes.</p>

<p>"O estado, não só de Pernambuco, mas vários outros, contratam professores temporários, ano após ano, em percentual muito acima daquele tolerável pela educação", comentou. </p>

<h2>Limitação </h2>

<p>A Corte também aceitou sugestão feita pelo ministro Flávio Dino e limitou a cessão de professores efetivos para trabalho em outros órgãos públicos. Com a decisão, a cessão deverá ser limitada em 5% do quadro de professores estadual ou municipal para diminuir a contratação de temporários. O percentual valerá até a aprovação de uma lei sobre a questão.</p>

<p>"Se cede 30% do quadro, como a sala de aula continua? Contratam-se temporários, e se cria uma conta inesgotável. Se nós temos 20 mil professores em uma rede, se cinco, seis mil são cedidos, isso significa dizer que vai gerar uma demanda de cinco, seis mil temporários", justificou Dino. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:52:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Proposta de Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador pode reduzir mortes e doenças no trabalho, dizem especialistas</title>
<link>https://imprensa.justica.news/noticia/proposta-de-sistema-nacional-de-saude-do-trabalhador-pode-reduzir-mortes-e-doencas-no-trabalho-dizem-especialistas</link>
<guid isPermaLink="true">https://imprensa.justica.news/noticia/proposta-de-sistema-nacional-de-saude-do-trabalhador-pode-reduzir-mortes-e-doencas-no-trabalho-dizem-especialistas</guid>
<description>Audiência na Câmara debateu a integração de dados e o combate à subnotificação de doenças ocupacionais</description>
<media:content url="https://imprensa.justica.news/uploads/images/2026/04/proposta-de-sistema-nacional-de-saude-do-trabalhador-pode-reduzir-mortes-e-doencas-no-trabalho-dizem-especialistas1776372790.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1264220" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264220">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">A Comissão de Administração e Serviço Público debateu o assunto</div>
</div>
<p>Especialistas ouvidos pela Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados defenderam a criação do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Sinast). O objetivo do sistema será integrar dados e políticas públicas para enfrentar mortes e adoecimentos evitáveis no trabalho.</p>
<p>A deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), autora do pedido de audiência, afirmou que a medida é importante diante da precarização do trabalho. Segundo ela, trabalhadores de aplicativos estão entre os mais afetados. “A lógica das entregas ocorre sem responsabilidade das plataformas para garantir segurança e qualidade de vida”, disse.</p>
<p>Integração de dados
Um dos principais problemas apontados durante o debate, realizado na última terça-feira (14), é a falta de integração entre órgãos do governo. Atualmente, dados do Sistema Único de Saúde (SUS), da Previdência Social e do Ministério do Trabalho não são compartilhados.</p>
<p>O coordenador-geral de Vigilância em Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Luís Henrique da Costa Leão, defendeu que o Sinast organize a atuação entre diferentes áreas do governo. “Cuidar da saúde do trabalhador é cuidar do Brasil. Negligenciar a saúde de quem trabalha é negligenciar o país”, afirmou.</p>
<p>Ele informou que o governo pretende estruturar ainda neste ano um programa nacional de vigilância e prevenção de mortes no trabalho.</p>
<div id="image-container-1264222" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1264222">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Luís Henrique da Costa Leão: Sinast deve organizar a atuação de diferentes áreas do governo</div>
</div>
<p>Perícia médica
O Ministério Público do Trabalho (MPT) criticou a baixa efetividade do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), instrumento que relaciona doenças ao trabalho.</p>
<p>Segundo o coordenador da área no MPT, Raimundo Lioma Ribeiro Júnior, a concessão de benefícios por acidente de trabalho caiu 54% entre 2008 e 2023. “O maior problema hoje é a subnotificação de casos entre trabalhadores com carteira assinada”, afirmou.</p>
<p>A presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), Cláudia Márcia de Carvalho Soares, destacou que a subnotificação gera prejuízos econômicos e aumenta a judicialização. Ela também chamou atenção para a saúde mental. “Hoje, os transtornos mentais já são a terceira maior causa de afastamento do trabalho.”</p>
<p>Funcionamento do Sinast
Pesquisadora do Ministério do Trabalho, Maria Maeno explicou que o Sinast se inspira no modelo do Sistema Nacional de Segurança Alimentar, criado em 2006 para a erradicação da fome com alimentos nutritivos. </p>
<p>Pela proposta, a coordenação será do Ministério da Saúde com a participação da Presidência e da Secretaria de Governo. A ideia já foi aprovada em diversas conferências nacionais de saúde do trabalhador.</p>
<p>A proposta prevê:</p>

Participação: mais de 20 ministérios;
Foco: atuar sobre processos de trabalho que geram mortes e doenças;
Atuação: presença em estados e municípios.

<p>Para a conselheira nacional de saúde Eurídice Ferreira de Almeida, o sistema precisa de financiamento adequado para ser implementado. “As propostas precisam sair do papel”, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Justiça News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:52:00 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>